INSTRUÇÕES:

• Escreva sua Redação no espaço reservado ao rascunho.

• Transcreva seu texto na Folha de Redação, usando caneta de tinta azul ou preta.

• Não utilize letra de imprensa.

Será anulada a Redação

— redigida fora do tema proposto;

— apresentada em forma de verso;

— escrita a lápis ou de forma ilegível.

— Não articulada verbalmente ou montada com fragmentos dos textos da Prova.

— Assinada fora do espaço adequado constante no cabeçalho da Folha de Redação.

I.

“Qualquer suporte de difusão de informação que constitua simultaneamente um meio de expressão e um intermediário capaz de transmitir uma mensagem a um grupo”. Assim definida pelo Dicionário de Português (DP), a mídia é um importante meio de propagação de notícias e comunicação em massa. Considerada o quarto poder vigente no Brasil – e em quase todo o mundo – ela faz muito mais que isso: influencia, determina tendências, age como uma verdadeira “força social” (DURKHEIM), direcionando os cidadãos de acordo com sua vontade.

Não se pode negar a importância da mídia na modernidade e a prova da evolução humana que ela representa, fazendo o mundo se interligar através de um simples “click”, onde notícias podem chegar mais rápido ao estrangeiro do que a quem está ao seu lado (o que pode ser exemplificado no caso da “chacina da candelária”, em que o presidente norte-americano até então, George W. Bush, recebeu a notícia antes mesmo de FHC, representante máximo do governo brasileiro em vigor na época). Porém, como em qualquer outro investimento, é o lucro que a mantém ou, no vocabulário midiático, a audiência. E neste aspecto é onde seus maiores defeitos são expostos.

Como já disse Juremir Machado da Silva (em “A miséria do jornalismo brasileiro”, p. 23), na era da informação, a maioria da população brasileira continua desinformada e manipulada. Se a finalidade inicial da mídia era informar, hoje é entreter, divertir, abdicar do conteúdo e procurar distrair o público com programas que julga agradá-lo. Na seleção do que agrada ao público, surge mais um vilão da informação relevante e do conhecimento: os fait divers, que buscam o conteúdo leve, fácil e claro e pouco ou nada acrescentam ao intelectual do interlocutor.

Fonte: Eduardo Donida – webartigos.com

II.

Fonte: http://www.materiaincognita.com.br/

III.

O ‘mundo’ dos telejornais: a teoria do agendamento

Por Alfredo Vizeu

Os telejornais contribuem de uma forma relevante para que os brasileiros entrem em contato e percebam o mundo que os cerca. A agenda diária de cobertura dos fatos pelos noticiários muitas vezes se confunde com a agenda pública. As conseqüências desse agendamento e do enquadramento dos acontecimentos feito pelos noticiários sugerem que eles não só nos propõem o que devemos pensar, como também nos propõem como pensar.

No processo de produção da notícia, ao selecionarem determinados fatos excluindo outros, os informativos televisivos organizam, sistematizam, classificam e hierarquizam a realidade, emoldurando os acontecimentos, o cotidiano. O mundo a que assistimos diariamente nos telejornais é produzido dentro das normas e regras do campo jornalístico que, ao dar visibilidade aos demais campos do conhecimento, os submete a seus processos e estratégias.

Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br/feitos-desfeitas/o_mundo_dos_telejornais_a_teoria_do_agendamento

A partir da leitura e da reflexão sobre o que é tratado nos trechos de apoio, escreva, na norma padrão da língua portuguesa, uma dissertação argumentativa sobre a questão: A função da mídia na sociedade brasileira hodierna. Partindo de seu ponto de vista, apresente os argumentos que sustentam sua posição.

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